DIY Guia gratuito
Veja o que se passa com a sua marca — agora, de graça
Este é o método manual completo, sem nada guardado para trás. Ensinar a fazer é a demonstração de competência mais honesta que conhecemos — e no fim explicamos, com a mesma honestidade, o que o método manual não apanha.
DIY 01 O método
Seis passos, por esta ordem
Cada passo apanha um tipo de abuso diferente. Feitos fora de ordem, continuam a valer — feitos por esta ordem, poupam tempo.
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Abra uma janela anónima — sempre
O seu browser habitual sabe demasiado sobre si: histórico, cookies, sessões. Os anúncios que lhe mostram a si, funcionário da marca que visita o próprio site todos os dias, não são os anúncios que mostram a um cliente. Janela anónima, sem sessões iniciadas, é o mínimo de neutralidade.
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Pesquise como um cliente, não como um dono
Faça, no mínimo, estas pesquisas: o nome exato da marca; o nome com os dois ou três erros de escrita mais prováveis; «nome + categoria» (ex.: «marca sapatilhas»); e as pesquisas de aflição — «apoio nome», «contacto nome», «devolução nome». Cada uma atrai um tipo de abuso diferente. Anote o que aparece acima do seu primeiro resultado.
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Leia o URL visível letra a letra
O URL verde ou cinzento por baixo do título do anúncio é onde a fraude se esconde à vista. Três perguntas: o domínio é exatamente o seu (letra a letra —
rnarca.ptnão émarca.pt)? A terminação é a sua (.ptvs.comvs.shop)? E se o domínio é o seu mas o anúncio não é da sua equipa — quem é que está a anunciar com o seu URL visível?ANATOMIAonde olhar num anúncio de pesquisa -
Siga o clique — sem clicar às cegas
Clique com o botão direito no título do anúncio e copie o endereço do link, em vez de clicar. Cole-o num bloco de notas e olhe para ele: um anúncio legítimo da sua equipa vai para o seu domínio, possivelmente com parâmetros seus. Um anúncio sequestrado passa por um domínio intermédio —
track.qualquer-coisa,go.rede, identificadoresaff=,clickid=. Esse intermediário é a impressão digital do afiliado.CADEIAo percurso de um clique sequestrado -
Consulte as bibliotecas de anúncios das plataformas
As principais plataformas publicam arquivos pesquisáveis dos anúncios ativos — as chamadas bibliotecas de anúncios, cada uma com o seu âmbito e as suas lacunas. Pesquise lá o nome da sua marca: encontra anúncios que usam o seu nome no texto, mesmo os que nunca lhe apareceriam a si. É a única janela pública para o que corre em social sem depender do acaso do seu feed.
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Registe o que encontrar — com data, ou não vale nada
Captura de ecrã completa (com URL e hora visíveis), o endereço copiado do anúncio, a cadeia que anotou, e a pesquisa que o fez aparecer. Guarde tudo num ficheiro datado. Um anúncio abusivo desaparece em horas — o seu registo é a única prova de que existiu. Sem data e sem cadeia, é uma história; com elas, é o início de um dossiê.
NOTA A parte honesta
O que este método não apanha
Fez tudo isto e não encontrou nada? Boa notícia — provavelmente. O método manual tem três ângulos mortos estruturais, e é justo que os conheça:
- O tempo. Viu a fotografia de um instante. As campanhas de interceção profissionais correm fora de horas e em dias específicos — precisamente para não estarem lá quando a equipa da marca olha.
- A geografia e o dispositivo. Viu os resultados do seu ponto do país, no seu dispositivo. Segmentações por região e mobile-only ficam invisíveis.
- A repetição. Uma verificação diz o que se passa hoje; um padrão prova-se com semanas de registos consistentes — e é o padrão, não o instante, que sustenta uma queixa forte.
É exatamente este o problema que a monitorização contínua resolve: as mesmas verificações que acabou de aprender, executadas sistematicamente, em várias geografias e dispositivos, com registo datado de cada recolha. O método é o mesmo — a diferença é fazê-lo sempre.
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